MEU PLANETA TERRA.

PAZ E BEM! Aos meus irmãos, aos nossos irmãos, sejamos um pouquinho como São Francisco de Assis. Refletimos hoje sobre a vida desse Santo que nos ensinou como ninguém a amar Jesus Cristo, Deus Pai e todas as criaturas como um ser único: A VIDA Dia 04 de outubro comemoramos o dia de São Francisco de Assis, o patrono da ecologia. O homem que mais se aproximou de Jesus Cristo, viveu cada linha dos evangelhos, amou e se declarou irmão de cada ser vivo que Deus colocou na face da Mãe Terra. Igualmente Amou os elementos da natureza porque são criações de Deus, um presente para que a vida fosse possivel. Cada animal, cada planta, ele considerava como irmãos. Hoje o planeta está ameaçado, a ecologia nos alerta que somos todos elos da mesma VIDA:vegetal e animal. Se cada uma dessas vidas desaparecerem já estaremos também ameaçados a desaparecer. São Francisco como Cristo nos mostrou o caminho... Viver simplesmente... São Francisco de Assis, rogai por nós
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sábado, 3 de dezembro de 2011

Ovelheiro Gaúcho

Um cão eficiente para rebanho

Ovelheiro Gaúcho
Ovelheiro Gaúcho
O Ovelheiro Gaúcho é um excelente cão de pastoreio, de porte médio e temperamento dócil. Está acostumado a viver ao ar livre. Ele faz todo o serviço da apartação, de condução e de aglutinação do rebanho. É corajoso, alegre e inteligente.
Bastante rústica, esta raça está sempre disposto a agradar e a proteger o seu dono. É resistente, ágil e aprende os comando com facilidade sem ser agressivo com o rebanho. É dócil e amigável com as pessoas do seu convívio.
O seu pêlo é macio e todas as cores são aceitas. A sua altura varia de 50 a 65 cm. Necessita de exercícios diários durante, pelo menos, uma hora.

Origem e História

O Ovelheiro Gaúcho foi desenvolvido no Rio Grande do Sul sem qualquer planejamento, ao acaso, pela necessidade do peão gaúcho de ter um cão que o ajudasse no árduo trabalho nas fazendas da região. O o precisa estar adequado ao difícil estilo de vida desses trabalhadores, vivendo em condições precárias, comendo sobras da comida do peão, misturada com sabugo de milho.
Imigrantes europeus, criadores de ovelhas, chegaram à região sul, no final do século XIX e trouxeram consigo cães da raça Collie para ajudá-los no trabalho de pastoreio nas novas terras. Esses Collies foram sendo cruzados naturalmente com os cães nativos, já mais habituados à região, dando origem a cães mestiços mais rústicos e mais resistentes às condições locais. Com a importação na década de 1950 de "Merinos" (raça de carneiros da Austrália), chegaram também cães Border Collie, que foram sendo cruzados com esses mestiços de Collie já existentes.
A desvalorização no preço da lã fez com que muitos criadores trocassem seu rebanho de ovelhas por gado, o que fez com que alguns criadores preferissem cães um pouco maiores, com uma maior porcentagem de Collie, já que esses são maiores que os Border Collies e, por conseguinte mais adequados para trabalhar com bois que são maiores e mais pesados que os carneiros.
Fonte: www.petfriends.com.br
Ovelheiro Gaúcho
Ovelheiro Gaúcho
Ovelheiro Gaúcho
O Ovelheiro Gaúcho é o companheiro fiel do peão gaúcho. Esse cão, muito usado em fazendas do Rio Grande do Sul, foi desenvolvido no mesmo para lida com bovinos, ovinos e equinos. Pelo fim do século XIX aventureiros espanhóis e portugueses chegaram no estado, trazendo consigo animais da raça Collie, para ajuda no manejo dos outros animais. As terras ja haviam grandes manadas de cavalos, que sobreviveram no naufrágio de 1512, e os campos ja eram propícios para a agropecuária, fazendo com que cada vez mais a base da economia local se tornasse agrária.
Começaram assim, a surgir criações de ovinos e bovinos, e para ajudar os homens no campo, os cães provenientes daqueles Collies, trazidos pelos imigrantes, foram sendo selecionados pela agilidade, companheirismo e resistência. Na década de 1950, para aperfeiçoamento de uma raça, foram trazidos Border Collies, que assim cruzaram com os cães mestiços de Collies existentes no local.
Foi assim que começou uma seleção praticamente natural, de uma raça adaptada para a vida no campo, sendo resistente nos dias mais frios, aguentando andar quilômetros por dia; ajudando, com a sua agilidade, os peões no campo e além de tudo conquistando cada vez mais as pessoas, com sua simpatia e docilidade.
Ovelheiro Gaúcho
Ovelheiro Gaúcho
O Ovelheiro Gaúcho, como todo o pastor, é bastante energico. Por ser um cão acostumado no campo, ele precisa de muito exercício diário, e acima de tudo, precisa se sentir útil no que esta fazendo, sendo isso uma simples brincadeira com uma bolinha. O OG é um cão extremamente dócil, querendo sempre agradar e proteger o dono e aqueles que o cercam.
Além de muito inteligente, é cuidadoso com o seu rebanho, independente do que o componha, ele nunca machucaria, e muito pelo contrário esta sempre disposto a proteger.
Diversas vezes já ocorreu em minha fazenda de um Ovelheiro atacar cobras e outro animais tentando defender o seu rebanho. Esses inúmeros episódios que ocorreram, só provam o quanto o Ovelheiro é fiel aqueles que o cercam, estando sempre por perto para proteger, ou as vezes simplesmente olhando de longe, mas sempre cuidando do seu "rebanho".

Coala

Características do coala

Coala
Coala
O coala tem a cabeça grande, o focinho curto e os olhos bem separados. O nariz é grosso e achatado, e está munido de grandes narinas em forma de V, com as fossas nasais muito desenvolvidas, que meche no seu equilíbrio térmico.
Tanto os membros anteriores como os posteriores possuem cinco dedos. O polegar das patas posteriores é bastante pequeno, não sendo dotado de garras. Os outros dedos são fortes e terminam em garras alongadas. Nas patas posteriores, apenas o polegar é oposto aos outros dedos.
A pelagem é densa e sedosa, desempenha papel importante na regulação térmica e na proteção dos agentes atmosféricos. Como o coala não constrói um abrigo, dorme exposto ao sol e a chuva. A pelagem do dorso é muito densa e de uma coloração escura que absorve o calor. Torna-se mais escassa durante o verão e mais cumprida durante o inverno.
Possui um bom senso de equilíbrio e músculos possantes nas coxas, e quando escala uma árvore, a falta de cauda é compensada pelos dedos bastante largos e pelas garras muito desenvolvidas.

Habitat natural

Os coalas e a maioria dos marsupiais só são encontrados na Austrália. Sua abundância na Austrália deve-se à separação entre aquele continente e outras massas terrestres antes que os mamíferos placentários pudessem se estabelecer ali. O coala acabou por ser vítima da caça e da destruição do seu habitat florestal. Antes da chegada do homem branco, em finais do século XVII, este marsupial ocupava uma superfície três vezes mais vasta do que a atual. Este animal foi recentemente introduzido ou reintroduzido em algumas ilhas perto da costa, bem como no interior do país. Estas novas populações foram o fruto de estudos científicos que deram valiosa contribuição para o conhecimento dos comportamentos da espécie.
-- as manchas pretas indicam a presença de coalas

Anatomia

O intestino grosso, onde, por meio de fermentação bacteriana, se dá a digestão da celulose, é muito desenvolvido. O ceco, situado no início do intestino grosso, pode atingir 2,5 metros de comprimento. Além disso, possui na parede do estômago uma glândula complexa dita cardiogástrica que desempenha papel importante na digestão.

Reprodução e gestação

A época de reprodução dos coalas dura cerca de quatro meses. Neste período, os machos sexualmente maduros exploram o seu território, atraindo as fêmeas no cio, e enchem o local de marcas odoríferas, emitindo simultaneamente um som semelhante a um mugido. As fêmeas demonstram em geral grande agressividade com relação aos machos, os quais repelem violentamente. O acasalamento, que dura alguns segundos, dá-se em posição vertical sobre um galho de eucalipto. Depois que terminada a conjunção, os companheiros se separam. O macho não se ocupa do sustento do filhote: tal coisa compete à fêmea, que só tem uma gravidez por ano e geralmente só dá luz à um filhote; muito raramente dois. A gestação dura em média 35 dias.

Filhote

O coala é mito pouco desenvolvido ao nascer. Pesa apenas 0,5 g e tem menos de 20 mm de comprimento. O corpo é nu, cor-de-rosa e raiado de vasos sanguíneos; os olhos e os ouvidos estão fechados; a boca, as narinas e as patas posteriores são apenas um esboço. Somente as patas anteriores são suficientemente robustas para lhe permitir executar sozinho o fatigante trajeto até a bolsa ventral da genitora e ali permanecer agarrado a uma das duas mamas.
Por volta dos cinco meses e meio, a cria começa a sair do seu tranqüilo abrigo, mas não se afasta muito da mãe e, ao primeiro sinal de perigo, torna a entrar ou então emite uma espécie de vagido.
Aos 6 meses, o coala está coberto de pêlos, mede cerca de 20 cm e pesa entre 400 e 500 g. Durante os primeiros meses de vida, o regime alimentar do coala é muito especial: ele consome uma papa que é constituída de folhas de eucalipto pré digeridas que sai do intestino da mãe.
A permanência fora do refúgio vai aumentando e, aos 8 meses, torna-se definitiva. A partir daí, o jovem só enfia a cabeça no marsúpio quando tem de mamar. Durante as peregrinações noturnas, a mãe ainda o transporta sobre o dorso.
Com cerca de 1 ano de idade, o filhote está completamente desmamado. Caso se trate de uma fêmea, só irá se afastar da mãe quando for à procura de um território próprio. Mas se for macho, será expulso na época reprodutiva pelo macho residente.

Eucalipto

O coala (Phascolarctos cinereus) vive aos pares, subindo em árvores, com atos semelhantes ao da indolente preguiça. Isso lhe valeu o nome de ursinho-da-austrália. Na língua dos indígenas locais, Koala significa "animal que não bebe". De ato, este marsupial, é bastante abstêmio: mata a sede com apenas o suco oleoso das folhas de eucalipto, único vegetal que come.
Na Austrália existem 600 espécies de eucaliptos. Estas árvores são muito importantes para a fauna do continente australiano, e sobretudo para o coala. Em média, um coala de 10 kg consome 500 g de folhas e dedica de 6 a 8 horas a esta atividade, começando as suas refeições à tarde e terminando-as ao amanhecer.

Predadores

O coala tem poucos predadores, o mais importante é o Canis dingo - um cachorro selvagem - que mata os coalas velhos ou doentes, pois um adulto de boa saúde pode feri-lo gravemente. Os aborígines caçam tradicionalmente o coala, que é uma presa fácil por causa dos seus hábitos sedentários e devido aos seus movimentos lentos. Quando pressente um perigo vindo do solo, o animal tem o costume de se esconder em vez de fugir. O coala é indispensável no regime alimentar dos aborígines. Outro fator que pode prejudicar os coalas são as muitas secas que ocorrem nas florestas do interior, ocasionando incêndios espontâneos que se propagam por zonas muito vastas.

Classificação científica

Reino: Metazoa
Filo:
Chordata
Classe:
Mamalia
Ordem:
Marsupial
Família:
Fascolartídeos
Gênero:
Phascolarctos

Espécies

Phascolarctos cinereus adustus,
Phascolarctos cinereus cinereus e
Phascolarctos cinereus victor

Fonte: www.webciencias.com.br
Coala
Coala
Coala

Phascolarctos cinereus

Mamífero Família: Fascolartídeos
Ordem:
Marsupiais
Tamanho:
Os machos medem de 60 à 85 cm e as fêmeas são um pouco menores.

Descrição

É um conhecido marsupial australiano, com aspecto de ursinho. Corpo compacto e roliço, coberto de uma espessa pelagem macia; cabeça arredondada, olhos pequenos e orelhas grandes e peludas. A cauda é vestigial. Patas com primeiro e segundo dedos opositores aos outros três. Bolsa marsupial que se abre até o ânus. Dorso e flancos de cor cinza ou pardo-acinzentada e ventre branco.

Distribuição

Habita a parte oriental da Austrália, e as populações setentrionais são menores que as do sul. Está ameaçado de extinção devido a derrubada das florestas da Austrália.

Comportamento

É um animal polígino, isto é, um macho copula com várias fêmeas. É de atividade principalmente noturna e de hábitos solitários. Arborícola, raramente se locomove pelo solo, e quando o faz é bastante desejeitado.

Alimentação

É herbívoro e se alimenta exclusivamente de folhas de determinadas espécies de eucaliptos. Um adulto pode comer até 500 gr de folhas diariamente.
Habita bosques perenifólios de eucaliptos do leste da Austrália. Desloca-se continuamente em busca de alimento e sua área de campeio chega a atingir de 2 à 3 hectares.

Reprodução

O período de reprodução, que vai de outubro à fevereiro, corresponde ao verão australiano. O período de gestação é de 34 a 36 dias e as crias nascem em novembro e dezembro. Cada fêmea tem uma única gestação por temporada e uma única cria por ninhada. O filhote permanece no marsúpio por 7 meses. Depois e até os 11 meses de vida, fica agarrado às costas da mãe. Macho e fêmea atingem a maturidade sexual aos 2 anos, porém o macho geralmente não fecunda a fêmea até o quarto ano. Pode viver mais de 13 anos.
Fonte: www.animalnet.com.br
Coala
Coala
Coala
Os Koalas (Phascolarctos cinerus, família Phascolarctidae, grupo dos mamíferos) são marsupiais de pêlo cinza e branco que vivem no Sudeste e Nordeste da Austrália.
Os Koalas vivem em média 14 anos. Vivem em eucaliptos de onde tiram seu alimento.
Um Koala passa em média 14 horas por dia dormindo e o restante comendo. Sua bolsa marsupial situa-se nas costas. O filhote fica lá até crescer, continuando agarrado às costas da mãe até tornar-se adulto.
Estes marsupiais encontram-se num processo de extinção que iniciou-se com a colonização inglesa na Austrália onde surgiu o culto de caçar e matar Koalas para usar sua pele. Hoje, a caça não é o maior risco enfrentado pelos Koalas que são mortos por queimadas nas florestas e por falta de árvores que são cortadas pelos lenhadores. Ao perder a sua casa e alimento, o Koala acaba por se moverem para as cidades, onde são mortos atropelados em estradas ou por cachorros.
Fonte: pt.wikipedia.org
Coala
Coala
Coala
O coala tem a cabeça grande, o focinho curto e os olhos bem separados; para algumas pessoas pode parece um bichinho esquisito e feio, mas para outras ele é uma gracinha, meigo e cativante. Seu nariz é grosso e achatado, e munido de grandes narinas em forma de V, com as fossas nasais muito desenvolvidas, que meche no seu equilíbrio térmico.
Possuem cinco dedos tanto nos membros anteriores como nos membros posteriores. Seu polegar das patas posteriores é bastante pequeno, e não é dotado de garras, já os outros dedos são fortes e terminam em garras alongadas. Em suas patas posteriores, somente o polegar é oposto aos outros dedos.
Possui uma pelagem densa e sedosa, que desempenha papel importante na regulação térmica e na proteção dos agentes atmosféricos. Como este animalzinho não constrói um abrigo, dorme exposto ao sol e a chuva. A pelagem do dorso é muito espessa e de coloração escura que absorve o calor. No verão a pelagem torna-se mais escassa e mais cumprida durante o inverno.
Os coalas e a maioria dos marsupiais (animais caracterizados por uma bolsa que as fêmeas possuem por baixo do ventre onde trazem os filhos durante o período da amamentação) só são encontrados na Austrália, existindo em abundância. O coala acabou sendo vítima da caça e da destruição do seu habitat florestal. Antes do homem branco chegar , em finais do século XVII, este marsupial ocupava uma superfície três vezes mais extensa que a atual. Recentemente o Coala foi introduzido novamente em algumas ilhas perto da costa, inclusive no interior do país. Através de estudos científicos estas novas populações foram o fruto de valiosa contribuição para o conhecimento dos comportamentos da espécie.
O período de reprodução dos coalas dura mais ou menos quatro meses, a gestação dura em média 35 dias e o macho não se ocupa de sustentar o filhote, isto compete à fêmea e ela tem somente uma gravidez por ano dando um filhote, raramente tendo dois filhotes.
Ao nascer o coala é muito pouco desenvolvido, pesa somente 0,5 g tendo menos de 20 mm de comprimento. Seu corpo é nu e cor-de-rosa e raiado de vasos sanguíneos e seus olhos e ouvidos estão fechados, a boca, as narinas e patas posteriores são ainda apenas esboço. Apenas suas patas anteriores são suficientemente resistentes para que lhe permita executar sozinho o enfadonho caminho a percorrer até a bolsa ventral da mãe e ali ficar agarrado a uma das duas mamas.
O coala começa a sair do seu tranqüilo abrigo aproximadamente aos 5 meses e meio, porém não se afasta da mãe e ao primeiro sinal de perigo, entra novamente ou emite uma espécie de gemido.
Quando atinge 6 meses, o coala já está coberto de pêlos, mede mais ou menos 20 cm e pesa entre 400 e 500 g. Em seus primeiros meses de vida, seu regime alimentar é muito especial: ele consome uma papa que é constituída de folhas de eucalipto pré digeridas que sai do intestino da mãe.
A permanência fora do refúgio vai aumentando e, quando chega aos 8 meses é definitiva. A partir daí, o jovem só introduz a cabeça no marsúpio quando tem de mamar. Aproximadamente com 1 ano de idade, o filhote está completamente desmamado. Quando se trata de fêmea, só irá se afastar da mãe quando for à procura de um território próprio, já se for macho, será expulso na época reprodutiva pelo macho residente.
Os coalas são animais que vivem em pares, subindo em árvores assim como a preguiça e recebeu o nome de ursinho da Austrália. O único vegetal de que ele se alimenta é o eucalipto e mata sua sede com o suco oleoso das folhas desse vegetal. Na Austrália existem 600 espécie de eucalipto que são muito importantes para a fauna deste continente e principalmente para o coala. Um coala que pesa mais ou menos uns 10 kg, consome 500 folhas de eucalipto e emprega de 6 a 8 horas a esta atividade, iniciando as refeições à tarde e terminando ao amanhecer.
O coala tem pouco predadores, o que merece mais consideração é um cachorro selvagem o Canis Dingo, que mata os coalas velhos e doentes, porque um coala adulto de boa saúde pode ferí-lo gravemente. Já os aborígenes tradicionalmente caçam o coala por ser uma presa fácil devido seus hábitos sedentários e movimentos lentos. Quando o coala pressente que está em perigo no solo, ele se esconde ao invés de fugir. O coala é imprescindível na alimentação dos aborígenes. Ainda existe outro fator que pode prejudicar esses bichinhos que são as secas que acontecem nas florestas do interior, originando incêndios espontâneos que se espalham por zonas muito vastas.
Fonte: www.viaki.com
Coala
Coala
Coala
Seu nome cientkfico é Phascolarctos cinereus da ordem dos Marsupialia (Marsupiais) e da famklia Phalangeridae. O coala é um bichinho que cheira a eucalipto, irvore onde passa a maior parte de sua vida, e de cujas folhas se alimenta, e também come folhas de algumas espécies de eucalkpto. Calmo e inofensivo, sua snica arma contra os atacantes é rosnar.
Como todos os marsupiais, o coala tem uma bolsa abdominal - o marsspio -, onde o filhote fica depois do nascimento, durante seis meses. O coala dorme sentado na forquinha dos galhos das irvores.
Ao sair do massrpio, o filhote passa seis meses nas costas na mce. O marsspio do coala tem uma abertura traseira.
O coala raramente desce ao chco. Excelente trepador, salta com seguranea de um galho para outro. As patas anteriores do coala tzm o hilux (dedco) e o segundo dedo em posieco em opostas aos demais. Nas patas posteriores só o hilux se opõe aos outros dedos.
Fonte: www.angelfire.com
Coala
Coala
Coala
Os coalas são mamíferos marsupiais que vivem na Austrália, tal como os cangurus.
São marsupiais porque as fêmeas destes animais têm uma bolsa na barriga chamada bolsa marsupial ou marsúpio.
Os coalas alimentam-se, principalmente, de folhas de eucalipto, por isso vivem em florestas destas árvores.
Também se alimentam de solo e da casca mais macia dos eucaliptos.

Sabias que, das 350 espécies de eucalipto que existem, os coalas só gostam de comer as folhas de 20?
E sabias que os coalas raramente bebem água?
Quando comem as folhas de eucalipto, os coalas estão também a absorver a água que elas contêm. E chega-lhes!
Foi por isso que os aborígenes australianos lhes deram o nome de coala, que significa "não bebe".

Os coalas parecem ursinhos de peluche, devido ao seu pêlo cinzento no dorso e branco na região ventral (a parte da barriga).
Têm uma cabeça arredondada, as orelhas grandes e felpudas e o nariz grande e preto.

Nas patas de trás, têm os dedos polegares afastados dos outros para conseguirem agarrar-se bem às árvores quando trepam.
Geralmente, os coalas vivem sozinhos. Só se juntam quando é para acasalar e, mesmo assim, por pouco tempo!
Os coalas machos atraem as fêmeas através do odor com que marcam as árvores e dos sons que fazem para as chamar.
A cria nasce 35 dias depois do acasalamento mas, ao contrário de outros animais, ainda não está pronta para sobreviver.
É aqui que entra a bolsa marsupial!
Quando a cria nasce, vai para a bolsa marsupial na barriga da mãe coala e aí fica a mamar durante 7 meses.
D epois, vai para o dorso da mãe e fica agarrada a ele até fazer um ano de idade.

Só nesta altura é que o bebé coala está pronto para enfrentar a vida sozinho!
Os biólogos acham que os coalas já existem há mais de 15 milhões de anos mas só há pouco mais de 200 anos é que um europeu viu um coala pela primeira vez!
Pensa-se que, há milhares de anos atrás, já existiram coalas gigantes com mais do dobro do tamanho dos que hoje conhecemos.
Actualmente, não existem coalas gigantes mas há três subespécies diferentes de coala.
Consoante a região que habitam, estas subespécies diferem em peso, comprimento e espessura do pêlo.

Os maiores são os das regiões do sul da Austrália e chegam a medir 78 cm e a pesar 12 kg!
Apesar de já terem estado em vias de extinção, por causa dos incêndios, do abate dos eucaliptos de que se alimentam e da caça, hoje em dia os coalas são uma espécie protegida.
Sabias que um coala pode viver entre 13 e 18 anos?
Queres saber mais curiosidades sobre os coalas?

Chimpanzé



Chimpanzé
Chimpanzé
Na natureza existe dois tipos de chimpanzés. Um é o Pan troglodythes , o mais comum. O outro é o Pan paniscus, chamado de Bonobo.
A polêmica ainda esta na classificação do bonobo, será ele uma raça de chimpanzé ou uma outra espécie do subgênero Pan? Alguns cientistas consideram-no uma nova espécie, outros como um chimpanzé pigmeu.
Tanto o bonobo como o chimpanzé possuem estatura baixa, um 1,1 metro para o bonobo e 1,55 metros para o chimpanzé.
Andam curvados e sobem freqüentemente em árvores atrás de frutas, porém, também, comem carne.

Comportamento

Bonobos e chimpanzés possuem um modo de viver muito semelhante como o nomadismo e a presença de machos dominantes.
Porém apresentam gritantes diferenças:
Na sociedade dos chimpanzés parece prevalecer mais o autoritarismo do macho dominante. No entanto, dentro do próprio grupo existe os "golpes de estado", constantemente um chimpanzé jovem une-se com outros para matar o macho dominante (O próprio pai, caso o grupo for pequeno) e assim assumir o poder. É comum ver o macho dominante cair em ciladas e ser morto.
O chimpanzé, dentre todos os grandes primatas, é o único, além do homem, é claro, à apresentar tal comportamento: matar o próprio semelhante por causa do poder.
Outro comportamento típico de homens e chimpanzés é o tratamento dado as fêmeas.
Enquanto nos outros grandes primatas a fêmea e protegida e cortejada, nos chimpanzés e em algumas sociedades humanas, ela é reprimida e espancada.
Já nos bonobos reina a lealdade ao líder, o respeito as fêmeas e até um pouco de democracia (O macho dominante é escolhido pelo grupo de fêmeas, e nem sempre as decisões são tomadas unilateralmente pelo líder.).
As relações entre as fêmeas, tanto de bonobos como as de chimpanzés, são bem amistosas. É comum observar que algumas fêmeas cuidam por um certo momento de filhotes de outras, tal como o comportamento humano.

Inteligência

O primeiro cientista a se preocupar com a inteligência dos chimpanzés foi o professor Wofgang Köhler , ele fez experiências testando a inteligência do símio.
Uma experiência de Köhler comprovou o poder de memória do chimpanzé. Na experiência o professor cavou um buraco na terra e dentro deste colocou bananas, tudo foi observado por um jovem chimpanzé que depois foi preso, longe do local, por 16 horas. Nesse período o professor preparou o terreno para que não ficasse vestígios que o local foi cavado. Quando o símio foi colocado no terreno rapidamente foi ao local cavar e pegar as bananas.
Outra experiência comprovou o raciocínio de etapas. Frutas foram colocadas fora do alcance do animal engaiolado que sem demoras olhou em volta até achar uma vareta com a qual puxou o alimento. Para dificultar, o professor Köhler repetiu o experimento, só que agora não colocou varetas dentro da jaula e sim um tronco de árvore cheia de galhos. O objetivo era ver se o animal conseguia enxergar os galhos como varetas em potencial. O resultado foi perceptivo: Após procurar por um graveto separado e não acha-lo o animal ficou olhando o tronco até achar a solução. O tempo para resolução do problema foi de acordo com o chimpanzé, alguns demoravam uma hora e outros menos de um minuto.
Também, no estado natural, sem interferência humana, já foi observado chimpanzés utilizando varas para medir profundidade de rios, gravetos para atiçar um formigueiro, pedras para quebrar nozes e etc.
Após as experiências de Köhler, outros chimpanzés foram estimulados a desenvolver a capacidade mental. Alguns aprenderam a linguagem dos surdos e mudos e a parti daí comunicaram-se com os seres humanos.
Recentemente o um bonobo chamado Kanzi, de 23 anos, foi criado para se comunicar. Domina a linguagem dos surdos e mudos e é capaz de usar o teclado de um computador para escrever sobre suas vontades e o que pensa.
É claro que os assuntos de interesse de Kanzi são sobre comida e brincadeiras, assim como uma criança, no entanto é capaz de entender conceitos abstratos como casa, luta, sim, não e etc.
A pouco tempo Kanzi começou a emitir sons para especificar pedidos, geralmente pedia banana, uva e suco. Havia também outros sons que correspondia a sim e não. Isso seria um sinal que estaria desenvolvendo uma linguagem?

Predação humana

Sem dúvida o chimpanzé é o primata, depois do homem, mais estudado e mais escravizada. Constantemente vemos esse animal em circos e programas de tv, com um único objetivo: encher o bolso de empresários sem escrúpulos que não fazem nada para a preservação da espécie ameaçada de extinção.
Estipula-se que exista cerca de 200.000 chimpanzés e bonobos no mundo. Essa população não é o suficiente para resistir as agressões do Homo sapiens: a carne de chimpanzé é muito apreciada na África, muitos desses animais são mortos ou vendidos vivos para centros de pesquisa na Europa e nos Estados Unidos e seu território natural a cada ano esta sendo invadido pela ocupação humana.
A ONU calculou que, se o ritmo de destruição do habitat e da predação continuar, o chimpanzé estará completamente extinto por volta do ano de 2025, restando apenas aqueles criados em cativeiro para serem usados em circos e laboratórios de pesquisas.
Fonte: www.primatas.no.sapo.pt
Chimpanzé

CARACTERÍSTICAS

Chimpanzé
Chimpanzé
Nome comum: Chimpanzé comum
Nome científico: Pan troglodytes

Classificação e características principais

Classe: Mamíferos
Ordem: Primatas
Subordem: Antropoidea
Infraordem: Catarrhini
Superfamília: Hominoidea
Família: Pongidae
Subfamília: Ponginae
Género: Pan
Espécie: Pan troglodytes
Subespécie: (2) - Pan troglodytes schweinfurthii e Pan troglodytes verus .
Data da sua descoberta: sec. XVII
Distribuição: Ocidente e centro de África, norte do rio Zaire, do Senegal à Tanzânia.
Habitat: Floresta húmidas produtoras de frutos. Desde o nível do mar até os 2000 m
Dimensões: Macho 77-92 cm; Fêmea: 70-85 cm
Peso: Macho: 40 kg; Fêmea: 30 kg (em liberdade)
Pelagem: Predominantemente preta, frequentemente cinzenta no dorso depois dos 20 anos. Pele da face variável de rosa a castanho, escurecendo com a idade
Proporção entre os membros: Tamanho equivalente
Fórmula dentária: 2123/2123
Reprodução: Vivípara
Número de crias: 1, gémeos raros
Gestação: 230-240 dias.
Ratio reprodutivo: baixo, 1 cria de 4 em 4 anos (média).
Longevidade: 40 a 45 anos.
Locomoção: Saltadores arborícolas, quadrúpedes terrestres.
Tipo de actividade: Diurna.
Regime alimentar: Frutas, cerca de 5% de insectos e pequenos mamíferos.
Organização social: Poligínica, sociedades de fusão-cisão.
Dimorfismo sexual: Existe, mas pouco acentuado quer ao nível dos caninos quer ao nível global do esqueleto
Modo de associação: grupos multi-macho, multi
Fonte: nautilus.fis.uc.pt
Chimpanzé

CARACTERÍSTICAS

Chimpanzé
Chimpanzé
Ordem: Primates
Família: Pongidae
Nome popular: Chimpanzé
Nome em inglês: Chimpanzee
Nome científico: Pan troglodytes
Distribuição geográfica: região central da África
Habitat: florestas e matas secas de savana, e nas florestas tropicais de áreas baixas até áreas montanhosas.
Hábitos alimentares: Onívoro
Reprodução: Gestação de 230 dias
Período de vida: Aproximadamente 60 anos
O Chimpanzé (Pan troglodytes) é um primata que faz parte da mesma família que os humanos, a família Hominidae, possuindo uma semelhança genética de mais de 99%. Podem atingir até 1 metro de altura e pesar até 100 kg, de acordo com seu sexo. São animais de coloração preta, tornando-se acinzentada em animais mais velhos.
Na natureza, os Chimpanzés vivem em grupos que podem variar de 5 até mais de 100 indivíduos. No entanto, as fêmeas possuem hábitos mais solitários, passando a maior parte do tempo sozinhas. Nestes grupos os machos são dominantes sobre as fêmeas e os machos mais jovens.
São animais de hábitos diurnos, terrestres e arborícolas. Costumam se locomover pelo chão, mas preferem se alimentar sobre as árvores, durante o dia. Estes são primatas quadrúpedes, ou seja, locomovem-se utilizando os pés e as mãos, simultaneamente, para andar e correr, além de serem capazes de escalar, pular e ficarem suspensos. Além disso, ocasionalmente, podem se locomover de forma bípede, como os humanos.Geograficamente estão distribuídos nas florestas e matas secas de savana, e nas florestas tropicais de áreas baixas até áreas montanhosas, superiores à 3000 metros de altitude, na região central do continente africano.
Os chimpanzés possuem uma alimentação bem variada, sendo as frutas o principal alimento de sua dieta, mas também consomem muitas folhas, flores, sementes e, ainda, pequenos animais, como alguns pássaros, formigas, cupins, vespas e algumas larvas.
Estes animais, aparentemente, possuem culturas diferentes, dependendo da região em que vivem, assim como os humanos, e são capazes de ensiná-las de uma geração para outra. Entre tais ensinamentos estão, por exemplo, técnicas para extrair cupins de seus cupinzeiros, utilizando-se de gravetos; utilização de pedras para quebrarem sementes e frutos duros; e outros tipos de ferramentas adaptadas, usadas inclusive para caçar alguns pequenos mamíferos.
Machos dessa espécie podem se unir para manter a liderança sobre o grupo, ou roubar a posição do líder. Para intimidar os rivais, eles se demonstram agressivos, com vocalizações altas, agitações de galhos e até mesmo o ataque.
Os chimpanzés machos podem fazer pares com fêmeas, mas a promiscuidade é comum na espécie. Há casos em que a fêmea copulou 50 vezes com 14 machos diferentes em um só dia. Estes animais tem orgasmos e vocalizações específicas de cópula. Na verdade, são conhecidos 34 tipos diferentes de vocalizações nesta espécie.

Cervo do Pantanal

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É o maior cervídeo da América do Sul. Pesa em média 100kg, mas alguns indivíduos adultos podem ultrapassar 150kg. Está ameaçado de extinção devido a:
a caça ilegal;
a destruição de seu habitat em decorrência das construções de usinas hidrelétricas e de projetos de irrigação;
as doenças introduzidas por animais domésticos como a febre aftosa e brucelose.
O cervo-do-pantretal é característico de áreas inundáveis e de varjões de cerrado, onde se alimenta de capim e plantas palustres (Goeldi, 1893). Segundo Coimbra/Filho (1972), este cervídeo se alimenta de brotos de plantas de diversas famílias, especialmente leguminosas. A adaptação deste animal ao meio alagável pode ser constatada pela presença de membranas que unem seus dedos, o que facilita a locomoção dentro d'água.
Na natureza é comumente observado em pequenos grupos familiares e casais, mas indivíduos solitários são freqüentes (Crabrera e Yepes, 1960). Alguns pesquisadores explicam que o cervo-do-pantretal vive em pequenos grupos sociais porque foi pressionado pelo processo de caça histórica e/ou pelo fato dos habitats da espécie estarem sujeitos a severas inundações sazonais. Isto faz com que os cervos utilizem áreas mais altas durante as cheias, onde a capacidade de suporte é limitada. Assim, grandes grupos não podem ser formados.
O cervo-do-pantretal ocorria originalmente desde o Uruguai e norte da Argentina até os Estados brasileiros do Amazonas, Bahia, Goiás e Pará, sempre ao sul do rio Amazonas. Atualmente, sua população está restrita ao Pantretal (onde são encontrados em maior número) e à Ilha do Banretal. Pequenas ilhas de população foram identificadas (Tomás,1992) no norte de Mato Grosso, no sul do Pará, Tocantins, sudoeste de Goiás e na Bacia do rio Paraná. No Rio Grande do Sul foi constatada uma última população residual (Tomás,1992), a qual pode estar extinta atualmente.
Fonte: www.brazilnature.com
Cervo do Pantanal
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Nome Inglês
Marsh Deer

Nome Científico
Blastocerus dichotomus

Alimentação
Gramíneas tenras, brotos de arbustos, leguminosas e plantas aquáticas.

Reprodução
O período de gestação dura aproximadamente 9 meses, nascendo somente um filhote por ano.

Habitat
Vivem preferencialmente em áreas de banhado, várzeas de rios, matas de galeria, cerrados e campinas inundadas.

Distribuição Geográfica
Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguai e Peru.

Fonte: www.sueza.com.br
Cervo do Pantanal
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Nome Popular

Cervo do Pantanal

Nome Científico

Blastocerus dichotomus

Ordem

Artiodactyla

Família

Cervidae

Peso

De 100 a 150 kg.

Reprodução

G estação 09 meses, número de filhotes por ninhada: 1.

Hábito

Diurno.

Hábito Alimentar

Arbustos e plantas aquáticas.

Habitat

Várzeas, pântanos e campos.

Distribuição Geográfica

Brasil, Peru, Bolívia, Paraguai e Argentina, extinto no Uruguai.
O cervo-do-pantretal, maior mamífero brasileiro pode ser a primeira das oito espécies de veados nativos a desaparecer dentro de curtíssimo prazo, pelo menos em uma de suas antigas áreas de ocorrência, ao longo da Bacia do Rio Paraná, no estado de São Paulo. Previsões dos especialistas reunidos pelo Ibama no Comitê para a Conservação dos Cervídeos estimam menos de dez anos para que o cervo-do-pantretal desapareça de vez do território paulista, onde antes havia população abundante. A espécie também podia ser encontrada em extensas regiões do Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Bahia.
À exceção do Pantretal matogrossense, nas demais áreas a situação do animal é crítica. A espécie está na lista vermelha dos animais em perigo. A situação do cervo-do-pantretal, assim como das outras sete espécies de cervídeos brasileiros deve-se, principalmente, à destruição das áreas naturais para o avanço agropecuário, a construção de grandes empreendimentos e à caça. A drenagem clandestina das áreas de várzea e o contato forçado dos veados com o gado doméstico e os búfalos são outras formas de ameaça para os animais.
Além do cervo-do-pantretal, exis-tem no Brasil o veado-de-mão-curta (Mazama nana), o veado-catingueiro (Mazama gouazobira), o veado-bororó (Mazama bororo), o veado-campeiro (Ozotoceros bezzoarticus), o veado-mateiro (Mazama americana), o cariacu (Odocoileus virginianos) e o Mazama nemorivaga. Para tentar reverter a situação de ameaça que paira sobre os veados silvestres, o comitê de especialistas propõe uma série de medidas estratégicas. O Plano de Ação para a Conservação dos Cervídeos, que contém as diretrizes para a proteção dos animais, será publicado pelo Ibama, em parceria com o MMA, até o início do ano que vem.
Entre as propostas para tentar livrar o cervo-do-pantretal da extinção, estão a criação de parques, reservas particulares e outras unidades de conservação, aumento na fiscalização da caça e o estabelecimento de critérios para mitigar os danos ambientais provocados pelas usinas hidrelétricas. Além das ameaças diretas, a falta de pesquisas e de dados científicos sobre esses grandes mamíferos é outro fator que prejudica a conservação das espécies.